domingo, 31 de janeiro de 2010

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (9)

Além de todas as séries e histórias independentes, já anteriormente indicadas e incluídas nos diferentes textos editados ainda houve outras.

Buffalo Bill é uma história sem enquadramento naquilo que viria a ser a revista, e saiu logo no número 1, sem qualquer indicação dos autores.

No número 3 , saiu uma história de Reno Kid. Uma série que vários autores italianos desenharam, não estando identificado aquém pertencem os desenhos da história publicada.

O argentino Jorge Moliterni criou para o mercado italiano a série Bob Crockett, onde o filho de Davy Crockett, vivia pequenas aventuras de 8 páginas. Foram publicados os 5 primeiros episódios nas revistas números 7,11, 17 e 20.

Vinheta de Bob Crockett

Mike Steel, uma série australiana desenhada por Horak, apreceu com um episódio no número 15.

No número 18 saiu uma pequena histórias, sem indicação de autoria e intitulada, Frank Wittle a revolução na aviação.

O desenhador Franco Caprioli, especialista em aventuras passadas no mar, teve vários trabalhos publicados na revista. No número 19, Lâminas cruzadas; no 21, Um punhado de dólares; no 25, O corsário do Rio Grande; no 28, Uma descida no Maelstrom.

Uma descida no Maelstrom

Termina aqui a lista da banda desenhada publcada naquela que talves seja a revista com publicação mais irregular, mas com material bastante interessanrte do ponto devista da história da banda desenhada.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (8)

A Bélgica, ou aquele que é designado de forma mais lata, o mercado franco-belga, além de Boule e Bill já referido anteriormente, foi marcando uma presença, que embora não muito intensa, se foi mantendo ao longo da vida da revista.

As pequenas histórias completas, entre 4 e 6 páginas, que a revista Tintin belga costumava publicar, normalmente referentes a personalidades históricas ou a factos verídicos, marcaram presença.

No número 1, A estrada do Alaska, desenhada por Fernand Cheneval e texto de Step; com texto do mesmo autor e desenhos da dupla Lilliane e Fred Funcken, saiu no nº 9, Jean Lafitte; no número 27 surgiram duas histórias, O segredo de Tout-Ankh- Amon de Edgar Pierre Jacobs

Vinhetas de O segredo de Tout-Ankh-Amon.

e Os pequenso homens-verdes de Lublin desenhada por Rosinski e com texto de Kurta; no número 33, da autoria de Paul Cuvelier, saiu A Ilíada.

Vinheta de A Ilíada

No número 10, uma história com 64 páginas, Corentin entre os pele-vermelhas, de Paul Cuvelier. No número 24 o primeiro episódio da série, saído em 1946 e 1947, fazendo parte da lista das primeiras histórias saídas na revista Tintin, logo a partir do número 1 em1946, também seria publicado.

Corentin entre os pele-vermelhas

Paul Cuvelier ainda teria mais uma série publicada, Wapi, que saiu com uma aventura no número 28.

Wapi

A saga do Grizzly, mais um execelente trabalho gráfico de Auclair, onde são sempre evidentes as suas preocupações ecológicas, saiu no número 22.

A saga do Grizzly

Nic o sonhador de Hermann e Morphée no número 30 e Um rei bárbaro de Franz e André-Paul Duchateau, estas duas histórias a cores, encerram a lista da Bd vinda da Bélgica.

Vinheta de Um rei bárbaro

sábado, 23 de janeiro de 2010

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (7)

A revista não publicou muita banda desenhada portuguesa. Foram 5 os desenhadors publicados. Apenas no número 13 surgiram as primeiras páginas desenhadas por autores nacionais, não considerando as ilustrações dos contos que iam sendo publicados.

Tratou-se de José Ruy e de uma banda desenhada baseada na vida de Gutemberg e da invenção da imprensa.

Este autor regressaria 2 anos depois, no número 21, com uma história que narrava a vida de Henry Dunant. Da guerra nasceu uma flor: A cruz vermelha.

A história do nascimento da Cruz Vermelha

As curtas histórias de Clique e o seu companheiro, também de José Ruy apareceram nos números 27 e 29.

Vinheta de Clique e o seu Companheiro

No número 22, saiu um original de Vítor Peon, num dos seus melhores trabalhos gráficos, O Rei dos lobos, com uma rotação de 90º nas páginas revistas, permitindo vinhetas de dimensão superior ao habitual.

Eduardo Teixeira Coelho também não poderia deixar de comparecer nesta revista, e assim, no número 28 apareceu a história Wango.

Wango

Os cavaleiros de Almourol, foi a história desenhada por José Garcês no número 29.

Vinheta de Os cavaleiros de Almourol

Para encerrar a paricipação de desenhadores portugueses na revista, saiu no número 30 Luz do Oriente desenhda por Augusto Trigo, com texto de Jorge Magalhães.

Vinheta de Luz do Oriente

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (6)

Dos Estados Unidos chegaram várias séries com origem nas tiras dos jornais diários. A série Fantasma abriu a revista com uma aventura desenhada por Sy Barry, mas seria no número 13 que haveria uma viagem aos início da série com a publicação da segunda parte do segundo episódio.
X-9, a criação de Alex Raymond, foi publicado por três vezes, em episódios recentes desenhados por Al Williamsom, nos números 2, 5 e 12.


Tira de X-9
Mandrake, outro clássico nascido na década de 30, não podia faltar na revista. No número 3 saiu uma história recente, mas, no número 19, sairam 27 páginas de 1939, desenhadas por Phil Davis. Finalmente no nº 28 mais uma pequena história desenhada por Phil Davis, com a particularidade de ter sido publicada a cores, nas páginas centrais da revista.


Tira de Mandrake

Nos números 4, 8 e 14 foram publicas as páginas 220 a 263 da série criada por Harold Foster, Príncipe Valente, com data de 1941. No número 28, a cores, foram publicads mais 12, mas de 1938: da página 55 à 65.


Vinheta de Principe Valente

Da Idade Média demos um salto para o futuro e refira-se a publicação de algumas páginas de Brick Bradford, com parte das pranchas do 1º episódio, de 1935, publicado nas páginas dominicais dos jornais.
Dick Tracy, da autoria de Chester Gould, uma das melhores séries americanas em termos de argumento, surgiu no número 6 com um episódio de 1940 e no número 16 com o primeiro episódio publicado originalmente entre 4 de Outubro e 13 de Novembro de 1931.


Dick Tracy

No número 7 foi possível ler uma das primeiras histórias de Rip Kirby, mais concretamente o 4º episódio da série criada por Alex Raymond, num episódio publicado de Ourubro de 1946 a Janeiro de 1947.
Mais uma série policial, Kerry Drake, desenhada por Alfred Andriola, teve um episódio publicado no número 8.


Tira de Kerry Drake

Steve Roper, desenhado por William Overgard, com argumento de Allen Saunders, saiu com um episódio no número 13
Red Canyon, numa história desenhada por Jim Garry, mar cou presença no número 9.


Tira de Red Canyon

Sobre o oeste americano, Lance, de Warren Tufts, será uma das séries cujos desenhos mais empolgam.


Lance

Surgiu na revista pela primeira vez no número 13, com a publicação das páginas 59 a 78. No entanto nos números 16, 19 e 28 a série seria publicada apartir da primeira página até à 41.
Do mesmo autor, nos núemros 25 e 32 puderam ler-se dois episódiso de Casey Rugggles.
De um dos maiores clássicos, Tarzan, foram publicados nos números 11 e 18 as páginas de 4 de Outubro de 1931 a 5 de Junho de 1932, desenhadas por Harold Foster.


Vinheta de Tarzan

Continuando na selva, a série Jim das selvas, criada por Alex Raymond em 1934, surgiu num episódio de 1949, desenhado por Paul Norris, no número 30.


Jim das Selvas

Num episódio datado de 1935, foi publicada no numero 15 uma aventura da série Tim Tyler, desenhada por Lyman Young.


Vinheta de Tim Tyler

Voltando aos primeiros episódios da séries, foi possível ler, no número 18, a aventura incial de Big Ben Bolt, assim como no número 19 de Johnny Hazzard, com esta última série a ter o seu segundo episódio publicado no número 25.


Big Ben Bolt no episódio inicial

Não se tratoiu do primeiro episódio da série, mas dos primeiros episódios desenhados por Dan Barry para a série Flash Gordon, a partir de 19 de Novembro de 1951. As tiras começaram a ser publicadas no número 21, tendo tido continuação nos números 22 e 26.


Tira de Flash Gordon

No número 31 , sairiam, desta série, algumas páginas a cores desenhadas por Alex Raymond em 1939.
Uma série criada por Stan Lynde, Latigo apareceu num episódio no número 29.


Latigo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (5)

Da banda desenhada inglesa, além das séries já referidas anteriormente, surgiram mais historias.

A série policial Os buscadores surgiu logo no número 1 e repetiu outras três vezes, nos números 14, 21 e 31, em histórias desenhadas por J.M. Burns e escritas por P. Douglas.

Vinhetas de Os Buscadores

Garth surgiu numa história desenhada por Frank Bellamy no número 5, voltando a reaparecer com uma história do mesmo autor no número 11. Mas, seria no número 14 que estaria surpresa. Com desenhos de Steve Dowling foi publicado o episódio original desta série criada em 24/7/43. No número 27 surgiria ainda mais uma história desenhada por Frank Bellamy.

Garth na sua primeira aparição

Duas das séries inglesas sobre o Oeste também marcaram presença. Matt Marriott surgiu no número 12

Tiras de Matt Marriott

e o marshal Matt Dillon no número 15.

O Oeste americano visto em histórias bem contadas e bem desenhadas.

Matt Dillon

Na Inglaterra foram criadas algumas das melhores séries de ficção científica na banda desenhada.

Esta revista publicou algumas. Dan Dare, a série criada em 1950 por Frank Hampson, de que foram publicadas as primeiras páginas nos números 20, 26 e 31.

Também nos seu primeiro episódio surgiu a série Lance McLane de Sidney Jordan.

Para não fugir à série de estreias Império Trigano, desenhada por Don Lawrence, saiu com o seu primeiro episódio no número 32.

Império Trigano

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Capas (48)


Capa do Mundo de Aventuras Especial número 23, publicado em Novembro de 1979

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Capas (47)

Capa do Mundo de Aventuras Especial número 7, publicado em Maio de 1976

domingo, 3 de janeiro de 2010

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (4)

Mas, como já foi escrito, a revista publicou algumas séries BD de fantástico e fantasia, com seres cheios de super-poderes e muito músculo.
Ka-Zar, uma espécie de Tarzan saídodos estúdios Marvel, mas mais no estilo de lutador de Wrestling, surgiu em 3 episódios, nos números 2, 4 e 7. Esta série estreou nesta revista antes de surgir no Mundo de Aventuras.

Ka -zar

Também da Marvel Comics veio outro herói musculado, Conan, o bárbaro. Duas histórias de 20 páginas nos números 2 e 6, e depois uma história de grande qualidade no argumento e no desenho com 51 páginas no nº 23, desenhada por Sal Buscema e Tony de Zuniga com argumento de Roy Thomas.


Conan, o bárbaro

Nos números 9 e 17 foram publicados os dois primeiros episódios de uma série da DC Comics, Swamp Thing. Nesses episódios é possível ver a origem do monstro criado por Berni Wrightson no desenho e Len Wein no argumento.


Swamp Thing

No número 30 , um episódio sem grande interesse de Lanterna Verde.
O homem indestrutível chegou de Inglaterra, desenhado pelo espanhol Jesus Blasco, mostrando um homem com enormes poderes.
Heroína da selva, surge no número 5 uma desconhecida Jana da selva, sem qualquer indicação de autor. Trata-se da série Jann of the Jungle da Marvel Comics.

A heroína Jana da Selva

Vindo também das revistas americanas a série Brak foi publicada no número 3.
Embora com origem nos jornais, a série Flash Gordon passou para as revistas americanas e é de lá que saíram duas hisórias,para os números 6 e 17, desenhadas por Al Williamsom.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (3)

A selecção da banda desenhada publicada, em especial nos primeiros números, é difícil de entender. Não se entende o que se pretende com a revista, mais parecendo que serve para publicar algumas histórias que não caberiam na revista Mundo de Aventuras.
O número 1 não entusiasmaria nenhum adepto das histórias aos quadradinhos: Uma aventura recente do Fantasma, uma história de Buffalo Bill, sem autor identificado, como que a servir de teste para a revista dedicada a esta personagem que apareceria 3 meses depois, uma aventura das menos interessantes de Os Buscadores, uma pequena história de 4 páginas da revista Tintin e 1 página de Popeye.

Vinheta de Popeye

Não se percebia para que vinha mais esta revista e a que público se dirigia.
Lentamente a revista começou a afinar os seus critérios de edição, começando a publicar alguns clássicos tendo atingido em determinado momento um elevado grau de qualidade, apesar da necessidade de ir “despachando” algumas séries de monstros e titãs que deveriam estar a encher as prateleiras da Agência Portuguesa de Revistas.
O humor foi marcando presença durante os primeiros dois terços da vida da revista, tendo desaparecido da edição após o número 21. Até essa data publicaram-se dusa páginas do Popeye desenhadas por Bud Sagendorf, nos números 1 e 3; 3 tiras de Deems de Tom Oka; 3 páginas de Boule e Bill, adivertida série desenhada por Roba;

Boule e Bill

3 páginas d de Hagar, de Dik Browne nos números 13, 19 e 21; 3 tiras de Grubby, desenhadas por Warren Sattler, no número 15;


Vinheta de Grubby

4 tiras de Os Larks, do inglês Jack Dunkley, no número 17; uma página de O reizinho de O. Soglow;

Vinheta de O reizinho

e 2 tiras de Stimey, desenhado por Martin, no número 18.

Tira de Stimey

domingo, 27 de dezembro de 2009

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (2)

A revista mantinha uma estrutura interna muito semelhante à revista que esatva na sua génese: o Mundo de Aventuras.
Logo no n.º1 inicou uma secção de problemas policiários: Há horas para tudo…esta é a hora do policiário, que nunca viria a ter grande sucesso, com um número residual de concorrentes, bem longe das centenas da revista-mãe. Publicada com alguma irregularidade, a partir do número 21 a secção extinguiu-se.
Neste mesmo número também surgiu uma secção de introdução ao charadismo, que não mais apareceria.
No número 4, Artur Varatojo apresenta –se com a secção Aprendiz de Sherlock, que se manteria até ao número 17, com algumas interrupções.


Cabeçalho de Aprendiz de Sherlock

No número 9 mais uma secção: Mitos & Enigmas, dedicada ao fantástico e sobrenatural, que duraria também até ao número 17;
Surgiram também artigos sobre temas variados: no número 3, Como será o mundo daqui a 20 anos, que lido a esta distãncia nos faz sorrir; no nº4 um artigo de Tharuga Latas: A estrela da epifania em Nova Iorque e ainda um texto histórico, A evasão de Lavalette, de Jorge Magalhães com alguns desenhos de Batista Mendes;no número 8 um artigo sobre Camelot.
No número 15 cinema e televisão foram temas em dois textos: 1999: uma odisseia no espaço e Gunsmoke.
No número 25 o cinema regressou com um artigo sobre o filme Hulk e no número 27 é o regresso do fantástico com o artigo O enigma dos extraterrestres.
Houve ainda alguns textos em forma de editorial: no nº 2 , comemorando o 26º aniversário e no número 4 uma justificação da selecção da BD feita para publicação.
A comemoração do 30º aniversário, no número 28 volta ater direito a mais um curto texto editorial e comemorativo da efeméride.
Os números 17 e 18 trouxeram duas separatas, respectivamente as equipas de futebol do Benfica e do F.C. Porto. O nº 21 voltou a trazer uma equipa do Benfica.
A publicação de contos também se fez, tal como na revista Mundo de Aventuras:
Viagem perigosa, escrito por Roy West com desenhos de Vítor Peon, no número 1;
Um pesadelo salva dois irmãos, de Tharuga com desenhos de Baptista Mendes, no número 2; O último combate de Roy West e Baptista Mendes, no número3;


Ilustração de Baptista Mendes para O último Combate

O forte dos acorrentados de Edgar Caygill e Baptista Mendes, no número 4;
Todos eram francos, do Insp Varatojo, no número 12; Como dois irmãos, escrito por Orlando Marques com desenhos de António Barata, no número 13; Rivais Esquimós, no número 17;



Ilustração de António Barata para Rivais Esquimós

O exemplo de um bravo, no número 18; Um homem em fuga no21, todos dos últimos dois autores; Bandidos do Rio grande, escrito por Jorge Magalhães, no número 25.
Também os artigos sobre banda desenhada marcaram presença.
No tempo do rei Artur, sem autor, e Brick Bradford, de Charles Moreau, os dois no número 4; , de Al Williamsom, de José Matos Cruz, no número 5;
Dick Tracy, de Luís Gasca no 6; Entre o amor e a lei, de Miguel Ruiz Marquez;
Steve Roper, sem autor; e Lance, de A.L. no número 7; Os 40 e os 400 anos do Fantasma, de José Matos Cruz; José Ruy o dono de uma varinha mágica que cria figuras, de Artur Varatojo; e Texto autobiográfico, de José Ruy, todos no número 13;
Entrevista com Steve Dowling, por Denis Gifford; artigo sobre Dick tracy, sem autor, no número 16; Flash Gordon, uma odisseia no espaço, por Dan Barry, no 21; Conan, A história de um sucesso, de Roy Thomas no número23; O regresso de Johnny Hazzard, escrito por José Matos Cruz, e O poeta do Mar (texto sobre Caprioli), de Tomaso Mastrandea, ambos no 25; Dale Arden: um sonho de mulher, de Alfredo Grieco, no 26; e Edgar Pierre Jacobs, da autoria de Luiz beira no número 27.
Publicou também 4 páginas documentais em Banda desenhada dedicadas aos temas: Armas do oeste, no número 1; Sabia que, no número 2; O cachimbo, no número 3, e Seja você o árbitro no número 19.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Revistas - Mundo de Aventuras Especial (1)

Com a data de 1 de Maio de 1975 saiu para o mercado português mais uma revista: Mundo de Aventuras Especial.
Saiu com um formato semelhante ao Mundo de Aventuras, mas com 64 páginas e a indicação que seria bimensal.

Capa do n.º1

Não tinha qualquer indicação de tiragem.
O número 2 apenas saiu em Agosto, contrariando logo no início a periodicidade anunciada , e pretendia comemorar o 26º aniversário do Mundo de Aventuras.
No nº 4 , saído em Dezembro a revista aumentou as suas dimensões passando a ter um tamanho quase equivalente ao A4. Esta revista saiu com 80 páginas e custava 20$00.
O nº 5 voltou a falhar a periodicidade, saindo em Março e anunciando que a revista passaria a mensal. O número de páginas passou a 48 e o preço fixou-se nos 15$00. A promessa da bimensalidade manteve-se ao número 12, saído em Outubro de 1976, já que o número 13 apenas saiu em Dezembro.
Entretanto a revista de Agosto, número 10, comemorativa do 10º aniversário, tinha 64 páginas e custou 20$00e e a de Dezembro, 80 páginas, custando 25$00.
No número 14 passou a ter a indicação de 10 mil exemplares de edição.
Em Março de 1977 não saiu, em Abril saiu o número 16, com 64 páginas e custando 20$00, preço que se manteria nas revistas seguintes. Em Maio não houve revista e em Junho o número 17 não trazia qualquer referência à periodicidade. Em Julho o número 18 voltou a designar a revista como mensal, mas o número seguinte apenas sairia em Dezembro, Especial de Natal, com o número 19, com a eliminação definitiva da referência à periodicidade, com 64 páginas e mantendo o preço. Em 1978 saíram dois números, Abril e Dezembro, ambos com 64 páginas e preço de 25$00. Em 1979 saíram três: Agosto, com 48 páginas, Novembro, com 52 páginas, custando 30$00, e Dezembro com 64 página e ao preço de 35$00. Em 1980 a revista saiu em Junho, 48 páginas, número que se manteve sempre até ao final, 35$00. Em 1981, Janeiro e Abril, as duas ao preço de 35$00, Julho, 40$00, com oito páginas a cores e Dezembro, 50$00, preço que se manteria até ao final, assim como as 12 páginas centrais a cores, foram os meses escolhidos para fazer sair 4 números. Em 1982 voltou a haver redução de edição, apenas Abril e Julho.

Capa da revista saída em Abril de 1982

Em 1983 saiu o último número da revista, o número 32, em Abril. Deverá estar próximo do recorde da não periodicidade, ao longo dos sete anos de existência.
Capa da última revista

sábado, 19 de dezembro de 2009

Capas (46)


Capa d' O mosquito número 436, publicado em 28 de Agosto de 1943