quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Revistas - Mundo de Aventuras Especial (7)
A revista não publicou muita banda desenhada portuguesa. Foram 5 os desenhadors publicados. Apenas no número 13 surgiram as primeiras páginas desenhadas por autores nacionais, não considerando as ilustrações dos contos que iam sendo publicados.
Tratou-se de José Ruy e de uma banda desenhada baseada na vida de Gutemberg e da invenção da imprensa.
Este autor regressaria 2 anos depois, no número 21, com uma história que narrava a vida de Henry Dunant. Da guerra nasceu uma flor: A cruz vermelha.
A história do nascimento da Cruz Vermelha
As curtas histórias de Clique e o seu companheiro, também de José Ruy apareceram nos números 27 e 29.
Vinheta de Clique e o seu Companheiro
No número 22, saiu um original de Vítor Peon, num dos seus melhores trabalhos gráficos, O Rei dos lobos, com uma rotação de 90º nas páginas revistas, permitindo vinhetas de dimensão superior ao habitual.
Eduardo Teixeira Coelho também não poderia deixar de comparecer nesta revista, e assim, no número 28 apareceu a história Wango.
Wango
Os cavaleiros de Almourol, foi a história desenhada por José Garcês no número 29.
Vinheta de Os cavaleiros de Almourol
Para encerrar a paricipação de desenhadores portugueses na revista, saiu no número 30 Luz do Oriente desenhda por Augusto Trigo, com texto de Jorge Magalhães.
Vinheta de Luz do Oriente
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Capas (45)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Revistas - Jornal da BD (13)
No final dos anos setenta,o desenhador Augusto Trigo começou a aparecer com regularidade no Mundo de Aventuras. Aqui, no Jornal da BD, foram reeditados dois de Wakantanka, O bisonte negro e O povo dos espíritos, com texto de Jorge Magalhães.
Dos mesmos autores, também já como reedição, foram publicados Excalibur, a espada encantada
Arlindo Fagundes apresentou a história La chavalitta, aquilo que poderia ser o 1º episódio de uma série que prometia.
Nos últimos números surgiram ainda duas histórias de dois autores, publicadas a preto e branco: Povo da noite de Ricardo Lute
No suplemento BD Jovem, surgido a partir do 28 º volume, destinado a publicar os trabalhos premiados no 3º Concurso Nacional de Banda Desenhada, foram publicados vários autores, todos com pequenas histórias a preto e branco. Ruca com O tesouro dos Nazis; As trapalhadas de Gatilho e Sargento Culatra de Luís Castro no desenho e João Silva no texto; “Barraca” na praia de Miguel Alves; Uma história sem título de António Jorge de Almeida Gonçalves; Volta ao mundo em cento e doze dias de Luís Filipe Alvoeiro C. Quaresma; Urbano Fobia de José Tiago Rodrigues e Pedro Castro; ; sem título de Tó Zé; Ted Sponja de Carlos Martins no texto e Nuno Saraiva nos desenhos; Assim não dá (?) (palavra indecifrável) de José Augusto Duarte Santos; Dr Mabuza de Ajota.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Capas (25)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Revistas (1) - Mundo de Aventuras (30)
Entre o número 513 e o 528 foram publicadas, em algumas das revistas, duas histórias, sem autor indicado, de qualidade medíocre.
A revista Tintin continuou a ser a principal fornecedora deste tipo de histórias. 14 pequenos episódios de 4 páginas, em que se destaca, pela referência a um dos factos mais conhecidos da história de Portugal, A rainha morta, no número 554, da autoria de Coria.
Fernando Jorge Costa continuou a publicação das pequenas histórias de Contos tradicionais, com 4 episódios, mas publicou também a sua primeira história longa: A formosa judia, no número 587.
Alguns autores estrearam-se. No número 528 Kamikaze de Helder Alves Dinis, no 548 Luis Louro e Tozé Simões com Estupiditia 2, no 558, António Ruivo, com Shannon, no 559, Samurai, com A águia lusitana e no 572, Carlos Dias com uma história sem título.
Augusto Trigo teve episódios de cada uma das séries: Kumalo, Wakantanka e Excalibur.
Simon Crane
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Revistas (1) - Mundo de Aventuras (28)
Foi a tentativa de fazer renascer uma revista em crise.
O preço passou para 50$00, o tamanho passou para A4, o número de páginas aumentou para 48, a revista passou a quinzenal e as 8 páginas centrais eram a cores.
Os clássicos e modernos da BD desapareceram enquanto secção, continuando no entanto a publicação das histórias em continuação, assim como os Ficheiros da BD portuguesa.
A renovação falhou, talvez porque tenha sido mínima em termos de conteúdo.
Continuou a publicação de alguns artigos de cinema, as secções de Notícias da BD e Mistério Policiário. Foram publicados três contos. Dois de Orlando Marques, um com desenhos de autor desconhecido, outro com desenhos de Augusto Trigo, e um conto de Lúcio Cardador com ilustrações de Vassalo Miranda.
De referir ainda a publicação de dois artigos sobre a temática da Banda desenhada. Um sobre Albert Weinberg, no número 510, e outro, sobre a personagem Bernard Prince, no número 506.
No que se refere à Banda Desenhada a renovação teve algumas estreias: Hans, uma história de ficção científica da autoria de Rosinski e Duchateau;
dos Estados Unidos também veio uma estreia com Capitão Easy;
Aquele que nasceu duas vezes, uma excelente história de índios, desenhada por Derib, dois episódios de Histórias e Lendas de Magia e Feitiçaria de Servais, e O cavaleiro negro.
Augusto Trigo surgiu com mais um episódio de Wakantanka.
Vassalo Miranda publicou uma história no número 510: George Guynemer, O Imortal.
Dos Estados Unidos veio também um episódio do Fantasma, um do Arqueiro Verde e outro de Warlord, enquanto da Inglaterra, surgiram Garth e Matt Dillon, cada um com um episódio.
Termina aqui renovação que falhou.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Revistas (1) - Mundo de Aventuras (23)
Apesar da diminuição do número de páginas, a revista tentou não alterar demasiado a sua política editorial, o que não terá sido fácil, obrigando a seleccionar histórias mais curtas, e a recorrer a material mais barato, neste caso a autores portugueses, alguns ainda em início de carreira.
As páginas dedicadas às diferentes secções de texto tiveram uma drástica redução.
A secção Mistério Policiário, sempre regular até à data, começou a ter imensas falhas de publicação, passando das 3 páginas que por vezes utilizava para apenas meia página em alguma semanas.
Foram também surgindo de forma rareada as secções Miscelânea, Mundo em quadrinhos, Cinematographo, Cinema Insólito, Craaaash, Grandes Figuras da Literatura Popular e de Mistério, e surgiram a Nova Página do Leitor, Notícias da BD e BD Divulgação.
Estas fichas obrigaram a diminuir o número de histórias publicadas nos Clássicos e Modernos da Banda Desenhada.
Apesar da diminuição das páginas disponíveis, continuou a publicação de contos. 38 neste conjunto de revistas. Orlando Marques, Lúcio Cardador, Raul Correia, Tony Freper, Roy West/Jorge Magalhães e Edgar Caygill foram os autores publicados.
A publicação de artigos sobre séries e autores também não foi abandonada, merecendo especial destaque um conjunto textos escritos por José Ruy sobre Eduardo Teixeira Coelho.
Muitas das capas da revista foram desenhadas por Augusto Trigo, embora Fernando Bento, Vítor Peon, Zénetto, Chico Lança e Luís Nunes também tenham a sua assinatura em algumas capas.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Revistas (1) - Mundo de Aventuras (18)
Começou a notar-se o aumento do número de páginas dedicadas à banda desenhada. Muitas das secções tinham desaparecido, Rubrica do Oeste, Chave do Fantástico, Página do Leitor, etc. Das mais antigas apenas surgia com regularidade semanal Mistério Policiário, de forma bastante intermitente, Mundo em Quadrinhos, e das mais recentes também de vez em quando surgia Miscelânea.
Surgiram no entanto várias secções a partir deste número, mas, como não tinham publicação regular, não ocupavam muitas páginas por revista. Foi assim que foram sendo publicadas Andam Ovnis entre nós,
Cabeçalho da secção Andam Ovnis entre nós
De entre os vários filmes que mereceram destaque na altura refira-se, como exemplo, O ladrão de Bagdad, Superman, Alien o 8º passageiro, 1941 Ano louco em Hollywood, Meteoro e As 4 penas brancas.
As 4 páginas de Clássicos da Banda Desenhada haviam sido interrompidas deixando a aventura de Dick Tracy inacabada. No número 282 iniciou-se nas 8 páginas centrais Clássicos e Modernos da Banda Desenhada, que além de iniciar novas séries terminou o episódio de Dick Tracy. A secção Museu dos Comics surgia nestas páginas, apresentando artigos sobre o inicio da banda desenhada, no século XIX.
No número 326 foi interrompida a publicação de Clássicos e Modernos da Banda Desenhada, para reiniciar no número 335 mas apenas com 4 páginas. Prenúncio da crise que se avizinhava.
Logo após o número 282 diminuiu a frequência de publicação de contos, mas, por volta do número 320, retomou-se a sua publicação com um a regularidade quase semanal. Havia textos publicados num só número, mas, outros continuavam por mais dois ou três. Os autores publicados foram: Orlando Marques, Jack Crabb, Edgar Caygill, Tony Freper, ( A. Fresco Pereira), Jorge Magalhães (com o seu nome ou como Roy West), e Manuel Belchior. Como ilustradores dos contos pontificaram António Barata, Zenetto, Augusto Trigo e Baptista Mendes.
Sobre séries: (282) Tarzan; (283) Star Hawks; (285) Flash Gordon; (288, 309) X-9; (288) Lance; (292) Matt Marriott; (294) Rip Kirby; (297) Big Ben Bolt; (301,302) Dick Tracy; (303) Johnny Hazard; (305) Tomahawk Tom; (310) Principe Valente; (320) Popeye: (337) Jugurtha; (341) Buddy Longway, Red Dust; (345) Rip Kirby.
Sobre autores:
(282) Vassalo Miranda –entrevista; (289, 321) Paul Cuvelier; (291) Vitor Hubinon; (322) Monsanto; (326) António Barata; (327) Fernando Bento; (330) Al Capp; (330) Adolfo Simões Muller; (333) Augusto Trigo; (345) Luis Nunes; (346) Vitor Peon; (349) Herman e E. Aidans; (352) Fernando Clemente; (353) Ze Netto; (354) Artur Correia; (355) Jose Garcês; (320 e 364) José Ruy.
Sobre História da banda Desenhada nos números 287, 290, 304, 317, 322, 326










































