Capa da autoria de Augusto Trigo para o Mundo de Aventuras número 500 (II série), publicadoterça-feira, 15 de dezembro de 2009
Capas (45)
Capa da autoria de Augusto Trigo para o Mundo de Aventuras número 500 (II série), publicadosexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Séries de que eu gosto (12) - Rip Kirby (5)
A revista Condor ( 1ª série), e a série “amarela”
Registe-se ainda Enciclopédia O mosquito, ( que publicou o 1º episódio da série), Jornal do Cuto,

O grilo, Pantera Negra, Super Grilo, Aventureiro e As grandes Aventuras de Flash Gordon.
A Editorial Futura publicou 2 albuns.
A série passou por vicissitudes na publicação, desde a mudança de nome para Ruben ou (Rubem) Quirino, até à censura de vinhetas que foram eliminadas da publicação.
As mesmas vinhetas sem cortes
Vários desenhadores portugueses desenharam a personagem na ilustração das capas de revistas. Eis alguns.
Na minha colecção possuo todos os primeiros 74 episódios em edição espanhola, até 8 de Julho de 1967. Daí até 5 de Agosto de 1978 faltam-me os episódios 76, ,88, 95, 113 e 114. A partir do 115 e até ao final não possuo mais nenhum, ou seja, faltam os últimos 20 anos da série. Nos primeiros 74 episódios tenho muitos episódios nas duas línguas e alguns em duas versões portuguesas.

Tenho ainda dois episódios em versão Brasileira, Nick Holmes.
Algumas histórias
Fontes:
De onde foi recolhida informação já escrita por outros
História de los Comics, El País,
História de los comics , Ed Toutain
Chronologie de la BD, Moliterni e Mellot, Flammarion
Rip Kirby Anatomia de um detctive, José de matos-Cruz, Mundo de Aventuras 47, V série
Entre o amor e a lei, Manuel Luiz Marquez, Mundo de Aventuras Especial 7
A série negra e o romance cor-se rosa em Rip Kirby, José de Matos-Cruz, Mundo de Aventuras 227, V série
Rip Kirby, Aventureiro 3.
Outros livros /revistas de onde foram retirados outros elementos:
Biblioteca mundo del comic – Rip Kirby, Planeta de Agostini
Nick Holmes( Edição colorida), 48, Rio Gráfica e Editora
Gibi de Ouro Rip Kirby, Rio gráfica Editora
Quase todas as revistas portuguesas que publicaram histórias de Rip Kirby
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Séries de que eu gosto (12) - Rip Kirby (4)
Sendo uma personagem importante em muitos episódios, tendo papel relevante no desenlace dos factos, Desmond é também o elemento que traz o humor à série, com as suas atitudes e comportamentos.
Muitas das histórias desta série surgem na sequência da atracção que as mulheres sentem pelo detective pelo que estas êem um papel importante na série.
Honey Dorian, a eterna namorada de Rip,
que apesar de tudo não o impede de ter outros relacionamentos, nem a ela de ficar noiva de outro, foi inspirada na figura de Verónica Lake e juntamente com Desmond é a personagem que mais relevância tem.
A rival sentimental de Honey era Pagan Lee, inicialmente delinquente, mas que acaba apaixonada por Kirby e se regenera, seguindo uma carreira artística.
Muitas outras mulheres têm importância nesta série, algumas em mais que um episódio, como as irmãs Amour; outras de modo esporádico: Connie Rice Simulacro de rapto; Sirena em Rip Kirby em acção ; a princesa Teela, em A princesa das ilhas ; Cindy Barnett em Doutor Destino e muitas outras mais.
Honey Dorian além de eterna namorada de Rip Kirby também , em especial nos primeiros episódios, tem um papel muito activo, demonstrando até ter excelente pontaria na utilização de armas de fogo.
Alguns bandidos também fizeram carreira na série: deacando-se Mangler "O triturador”, ex-namorado de Pagan Lee e “dedos” Moray. Qualquer um deles actua de modo extremamente violento.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Séries de que eu gosto (12) - Rip Kirby (3)
Os casos de Rip são essencialmente de dedução e investigação, apesar de muitas vezes a violência também aparecer, por vezes até de forma bastante pronunciada, com vários mortos e disparos de armas de fogo.
Rip Kirby é também um lutador exímio com os punhos.
Nas histórias de Rip Kirby passam todos os tipos sociais: banqueiros, milionários diletantes, marginais, etc.
Kirby é um rigoroso cumpridor da lei, trabalhando em colaboração com a polícia, nunca entrando em conflito com as autoridades.
O primeiro episódio inicia-se com o detective a levantar-se e, enquanto toma o pequeno almoço, ouve um tiro.
Na segunda tira fica com um cadáver nos braços.
A qualidade dos argumentos iniciais é superior, com algumas histórias muito bem estruturadas e longas, onde se mostram alguns dos problemas sociais e até morais da América dos anos pós-guerra. O episódio mais longo, As duas mães, o sétimo, durou 8 meses e é um bom exemplo dessas características.
Com o decorrer da série surgiram episódios de qualidade mediocre, com acçcão nula, não passando de meras histórias “cor de rosa”, não havendo mesmo qualquer crime associado ou qualquer investigação.
Apesar de ser uma série de características realistas, a partir dos anos sessenta, Fred Dickenson, que já denotava alguma falta de imaginação em alguns episódios, leva Kirby para o mudo da fantasia, da ficção científica e irrealidade.
É assim que vai ao Olimpo, onde encontra grande parte das personagens que fazem parte da mitologia clássica, em Sonho ou relaidade;
Rip Kirby no Olimpo
faz uma viagem interplanetária até um planeta onde vivem os descendentes dos Atlantes, em A nova Atlântida, que não encontraram no universo ninguém melhor para resolver um problema que o detective de Nova Iorque;
parte em busca de uma civilização que vive no século XIX, desde que a ponte que os ligava ao resto da população caiu, em O segredo de Harmony; encontra uma povo nos Andes, desconhecido da restante civilização, em Os filhos do Sol;
em A guerra vegetal surgem plantas carnívoras gigantes.
Rip Kirby corre várias partes do mundo nas suas aventuras. Tem casos passados em França, na Inglaterra, na Amazónia, em ilhas do pacífico, em África e na Ásia.
Portugal serviu de ponto de passagem no caso As duas mães.
Se em alguns casos é referido o país onde a acção decorre, noutros apenas se sabe o Continente ou a área geográfica, havendo até casos de países inventados.
A excepão é uma história em Inglaterra onde se vê o relógio Big Ben.
Os episódios que decorrem nos Estados Unidos, passam-se na maior parte em Nova Iorque, mas com frequência Kirby é chamado a Hollywood, por vezes com episódios que quase repetem a acção dos anteriores
Foram publicados 196 episódios.
domingo, 29 de novembro de 2009
Séries de que eu gosto (12) - Rip Kirby (2)
A primeira tira assinada por Prentice surgiu em 7 de Janeiro de 1957.
No episódio O caso madelon Bell, Alex Raymond auto-retrata-se na personagem do médico que atende John Smith.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Séries de que eu gosto (12) - Rip Kirby (1)
Quem é Rip Kirby?
Trata-se de Remington Kirby, investigador particular, licenciado em direito, antigo cientista e homem de letras, desmobilizado como capitão dos marines, tal como o desenhador da série, e combatente do pacífico homenageado.
Kirby foi atleta na universidade e continua a praticar vários desportos físicos, embora se veja com mais frequência a jogar golfe ou xadrês.
Rip Kirby, corredor de automóveis
É um cavalheiro, sempre bem vestido, frequentando os ambientes mais luxuosos, sempre pronto a acorrer aos pedidos de damas em perigo ou até de amigos. Toca piano frequentemente.
Mesmo nas situações risco, Rip Kirby apresenta-se sempre bem vestido
Dois símbolos identificam Kirby: os óculos e o cachimbo. Os óculos são um adereço raro nos protagonistas da banda desenhada e que tornam o detective mais “ humano”. Já o cachimbo remete para a figura do detective Sherlock Holmes.
Kirby é alto, simpático e ligeiramente tímido. Gosta de música e literatura clássicas.
O modelo que serviu de inspiração ao retrato físico da personagem foi o escritor americano Arthur Miller,
Arthur Miller
mantendo a mesma fisionomia ao longo do tempo, apesar de ter mudado de desenhador, notando-se um ligeiro envelhecimento do rosto a partir dos anos 70.
Rip Kirby no final da década de 50 desenhado por John Prentice
Rip Kirby na década de 70, por John Prentice
sábado, 21 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Capas (43)
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A BD e a II guerra mundial (15) - As grandes batalhas
Trata-se de um conjunto de 11 episódios que, mais do que grandes batalhas, descrevem conjuntos de factos ou temáticas da II Guerra Mundial. É uma BD em estilo documentário, onde existe a tentativa de resumir a história deste conflito.
Uma boa maneira de ficar a conhecer este período da história mundial que tantos vítimas e destruição provocou.
O autor dos desenhos e do argumento é Pierre Dupuis.
Dunquerque - Operação Dínamo; Blizkrieg - Tempestade sobre Varsóvia; A batalha de Inglaterra - Furacão sobre a Mancha; A resistência - Os exércitos da sombra; Moscovo - Operação Barbarossa; A caminho da vitória - De Estalinegrado a Berlim; Afrika Korps - A guerra do deserto; Banzai! - De Pearl Harbor a Hiroxima; Fortalezas voadoras
Dunkerque; Blitzkrieg - Tonnerre sur Varsovie; La bataille d'Angleterre - Ouragan sur la Manche; La résistance - les armées de l'ombre; Moscou - Opération Barbarossa; Vers la victoire - De Stalingrad à Berlin; Afrika Korps - La guerre du désert; Banzai; Forteresses volantes; Ovelord; U-Boote
Operação Dínamo
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A BD e a II guerra mundial (14) - Escorpiões do deserto
A hsitória narra o percurso de um grupo de militares na guerra do deserto africano. Como em qualquer série da autoria de Hugo Pratt, as personagens não são propriamente heróis. Como todos os seres humanos têm forças e fraquezas.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
A BD e a II guerra mundial (13) - Male Call
Série criada por Milton Caniff para os jornais militares. Caniff desenhava gratuitamente esta série protagonizada por Miss Lace . O objectivo era levantar o moral da stropas americanas espalhadas por todo o mundo e envolvidas no conflito.No início a série era protagonizada pela ruiva Burma, personagem da série Terry e os Piratas, mas The Chicago Tribune Syndicate, propritário da série não autorizou o uso da personagem e então Caniff criou a morena Miss Lace.
A série iniciou-se em 11 de Outubro de 1942. Em 10 de Janeiro de 1942 publicou-se a última tira com Burma e em 24 de Janeiro surgiu Miss Lace. A série terminou em 3 de Março de 1946, alguns meses depois do fim da guerra.
Tira de Male Call







































